PS na Maia propõe pacote de medidas para aliviar custo de vida e reforçar coesão social
O Grupo Municipal do Partido Socialista na Maia apresentou ontem, dia 29 de abril, na sessão da Assembleia Municipal «um conjunto de propostas focadas na qualidade de vida da população, no reforço das respostas sociais e na promoção de um desenvolvimento mais equilibrado e sustentável no concelho» começa por explicar em comunicado.
Segundo os socialistas, estas iniciativas surgem «num contexto exigente do ponto de vista económico e social» e dão continuidade a uma linha de atuação que o partido diz manter há mais de 50 anos no município, assente na proximidade com os cidadãos e no compromisso com melhores condições de vida.
Entre as principais medidas está o Programa PONTE, descrito como um apoio extraordinário e temporário dirigido a famílias e micro e pequenas empresas. O objetivo é «mitigar o impacto do aumento do custo de vida, incluindo apoios à habitação, mobilidade e atividade económica local» explica o partido.
Na mobilidade, o PS propõe a realização de um estudo para avaliar a gratuitidade universal dos passes Andante para todos os residentes no concelho. A medida pretende promover «a coesão social, reduzindo encargos familiares e incentivando a utilização do transporte público».
Outra das propostas passa pela reabertura do Ecocaminho da Maia, localizado na freguesia do Castêlo da Maia. Os socialistas defendem uma solução célere, acompanhada de maior transparência na informação pública e da análise de alternativas provisórias que garantam condições de segurança para a sua utilização.
No plano social, o partido propôs ainda a criação de um Núcleo Municipal de Articulação para a Prevenção e Intervenção na Violência Doméstica «com o objetivo de reforçar a coordenação entre entidades locais, melhorar a resposta às vítimas e promover uma atuação mais preventiva e integrada».
O Grupo Municipal do Partido Socialista sublinha que este conjunto de propostas «traduz uma visão política centrada nas pessoas, com medidas concretas, responsáveis e ajustadas à realidade do concelho».


