Encontro marcado para esta quinta-feira, 15 de outubro, assinala o segundo aniversário da plataforma de candidatura à Câmara Municipal de Matosinhos.

Com a finalidade de concorrer às eleições autárquicas do próximo ano, o Matosinhos Independente (MI) foi, em outubro de 2018, apresentado publicamente à comunidade matosinhense.

Faz, agora, 2 anos e, para marcar a data, vai fazer um registo deste acontecimento esta quinta-feira, 15 de outubro, na Romã Doce (à Biquinha), pelas 21 horas.

«Hoje estamos muito melhor do que quando iniciamos esta caminhada», revela Joaquim Jorge, fundador do MI, ao acrescentar que «a recolha de assinaturas continua a decorrer com propósito, muita gente curiosa, interessada e a querer ajudar».

Depois de, numa primeira fase, analisar a vida política em Matosinhos, a plataforma de candidatura à Câmara Municipal formalizou algumas denúncias e críticas aos inúmeros casos que têm vindo “a lume” em Matosinhos que, para Joaquim Jorge, «com certeza dava para fazer um programa o que “nós não faremos”».

«Fomos acusados de “populismo” e “bota-abaixo”.  Em Matosinhos quem está no poder tem que prestar contas e ser escrutinado. Quem está no poder e à sua volta gravita, quer é que nada mude para que tudo fique na mesma. Ser populista ou bota-abaixo é uma coisa, outra bem diferente é dizer as verdades e ter a coragem de dizer as coisas como elas são, de as afrontar. O poder em Matosinhos convive mal com a liberdade de expressão e opiniões diferentes. Nós gostamos de gente com coragem e sem medo que saiba o que é melhor para Matosinhos e para as suas gentes», afirma Joaquim Jorge.

Deram a conhecer-se, disseram ao que vieram , o que queriam e, de forma vincada, o que não queriam. Agora, propõem-se a, numa segunda fase, apresentar propostas específicas que «ajudem a melhorar Matosinhos».  

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