“Filhos da Pátria” levam o nome da Maia a concurso no North Festival
Banda com forte ligação à Maia quer subir ao Palco JN Rock à Moda do Porto dedicado à nova geração de artistas portugueses. Votação a decorrer até dia 12 de janeiro.
O North Festival volta a apostar no talento emergente da música nacional e, este ano, entrega ao público a responsabilidade de escolher as bandas que irão subir ao Palco JN Rock à Moda do Porto, dedicado à nova geração de artistas portugueses.
Já se encontra a decorrer a votação, que termina no próximo dia 12 de janeiro, através do site do Jornal de Notícias, para selecionar as bandas que irão atuar no festival. Ao todo, estão 29 projetos em concurso, entre eles ¿WHY NOT TRIBE?, AELEEN, Cat Soup, Cruz ao Peito, Davi Days, Defera, Devil of a Woman, Ex-Votos, Filhos da Pátria, Garajau, LadoPorto, Malamenn & Marabelhos, Menta, Meräki, New Paradox, OCEANS Øf APATHY, Off The Vastum, Ordenado Mínimo, Os Tua, Outless, Paper Hearts, Pilot, PREGO A FUNDO, Shadows Veil, THE VOID, Times of Trouble, Treewax e Vulcões Semi Porreiros.
Entre os nomes a votação está Filhos da Pátria, uma banda com forte ligação à Maia, que se afirma como um verdadeiro movimento de rebelião no panorama musical português. O projeto pretende não só resgatar o Rock Português para o patamar de relevância que já teve, como também criar uma nova referência sonora no cenário rock nacional.
Formada em 2022, a banda é composta por João Laranjeira (guitarra e voz), André Araújo (bateria) e Zé Pedro (guitarra lead). O trio constrói uma sonoridade marcada por riffs melódicos e pesados, ritmos rápidos e uma abordagem assumidamente inovadora, que tem conquistado público e crítica.
Caso sejam escolhidos, os Filhos da Pátria terão a oportunidade de integrar um cartaz de excelência, onde já estão confirmados nomes como The Cure, The Waterboys, Snow Patrol, Ornatos Violeta, Liniker e Mogwai.
Conhecidos pela intensidade das suas atuações ao vivo, os Filhos da Pátria prometem um espetáculo emocionante, energético e carregado de adrenalina, levando ao palco a identidade rebelde e autêntica que os caracteriza e colocando a Maia no centro do rock nacional.


