PS Maia inicia novo ciclo político e aponta à vitória nas autárquicas de 2029

PS Maia inicia novo ciclo político e aponta à vitória nas autárquicas de 2029

No passado dia 13 de julho, na primeira reunião da Comissão Política Concelhia (CPC) do Partido Socialista da Maia, tomaram posse os 45 membros eleitos do órgão máximo da estrutura concelhia, o momento que abre formalmente um novo ciclo político no PS Maia.

Nesta reunião foi eleita a Mesa da Comissão Política Concelhia, presidida por Estela Monteiro, e apresentada a nova Direção Política do PS Maia. Para esta equipa, o presidente da Concelhia, João Magalhães Torres, escolheu Alberto D’Alte, Fernando Miranda, Francisco Paiva Ribeiro, Isabel Barbosa, João Pinto, Lara Formosinho, Marco Duarte Martins e Raquel Godinho.

A sessão de tomada de posse contou com a presença do presidente da Federação Distrital do Porto do Partido Socialista, Nuno Araújo, que sublinhou o carácter estratégico da Maia no próximo contexto autárquico e deixou aos socialistas maiatos um desafio claro: «Vencer 2029».

João Magalhães Torres respondeu a esse objetivo com uma prioridade inequívoca «o trabalho de organização e de reforço do PS Maia, em particular no eixo da participação cívica e na construção de um novo contrato de confiança com os maiatos» e acrescentou «um partido que não aparece de quatro em quatro anos, mas que está presente todos os dias, em todas as freguesias».

A primeira reunião da Direção Política realizou-se no final da semana passada, marcada pelas questões organizativas e estratégicas do mandato. Ficou definido que este novo ciclo será centrado «numa nova geração de políticas públicas, com uma agenda positiva para a Maia e com uma nova energia na participação política».

Em comunicado de imprensa, os socialistas dizem «o PS Maia não quer apenas comentar a Maia que existe. Quer propor a Maia o que falta: na habitação, no envelhecimento com dignidade, na retenção dos jovens no concelho e na coesão entre todas as freguesias».

A terminar dizem, «a Maia merece um projeto que a ouça antes de a governar. É esse trabalho que começa agora».

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