Chega critica «postura de hesitação e bloqueio político» do Partido Socialista
O Grupo Municipal do CHEGA divulgou um comunicado referente às posições assumidas na 4.ª Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal da Maia, que decorreu esta segunda-feira, dia 16 de março.
Ao longo da sessão, o partido diz ter votado favoravelmente um conjunto de propostas «essenciais ao funcionamento do município», nomeadamente a alteração orçamental aos documentos previsionais de 2026, o contrato-programa de apoio ao “Espaço Municipal” e a designação de júri para procedimento concursal nos serviços municipais.
No comunicado, o CHEGA sublinha que «contribuiu para soluções concretas e para a estabilidade da gestão municipal», enquanto que o Partido Socialista «optou, em vários momentos, por uma postura de hesitação e bloqueio político, abstendo-se em matérias relevantes para o concelho».
«O momento mais revelador da sessão» para o Chega foi a aprovação da proposta de Criação da Comissão para a Conceção e Preparação de Evento Evocativo do 25 de Novembro, a qual teve o seu voto favorável, conjuntamente com a coligação Maia em Primeiro e Iniciativa Liberal «por considerar que a data representa um marco essencial na defesa da liberdade e na consolidação da democracia em Portugal». O PS e a CDU votaram contra.
Para o CHEGA, esta votação expõe «claramente as diferenças entre quem está disponível para afirmar a verdade histórica e quem prefere continuar a ignorar ou reescrever episódios fundamentais da nossa história recente».
A aprovação desta proposta representa para o Chega «uma vitória para todos aqueles que defendem uma memória histórica completa, sem omissões nem conveniências ideológicas».
O comunicado termina com a indicação de que o Grupo Municipal do Chega vai continuar a assumir uma «posição firme na defesa dos interesses dos maiatos, sem ceder a pressões ou narrativas dominantes, e sempre com o objetivo de dignificar Portugal e a sua história».
Bruna Pinto Lopes (Jornalista)
Mariana Neves (Trainee)


