Hoje no Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia

Hoje no Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia

Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia traz ao centro da cidade da Maia, ao Fórum e às áreas circundantes, 10 dias de festival. Veja a programação para este sábado.

A 27ª edição do Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia decorre, entre os dias sete a 16 de outubro, e é uma iniciativa da Câmara Municipal da Maia com direção artística e produção do Teatro Art’ Imagem.

Esta edição trará ao seu público espetáculos de 22 companhias (cinco portuguesas e 17 estrangeiras) de vários géneros cénicos, todos eles focados no potencial do “Humor” enquanto instrumento de análise e crítica social.

PROGRAMAÇÃO PARA SÁBADO:

Hoje, pelas 16h00 o espetáculo fica a cargo do grupo do País Vasco “Ameztu Antzerkia” (Organik) que nos conta a história do Sr. Natural, um bio aventureiro de hortas e jardins, ama frutas e verduras, dá-lhes vida e voz, são como seres vivos que ama. Porém o seu lado obscuro, a sua sombra o Yoyo, surge das profundezas do seu estômago, guloso e cruel e quer a todo o custo comê-los. Como resolver este dilema, eis a questão.

Já, pelas 21h00, regressa “Jesús Puebla Mimo” (Pinot), agora como empregado de limpeza de uma sala de teatro, sonhando ser a maior estrela. Pedirá a ajuda dos espectadores para o conseguir, porque só por ele tudo sai mal.

Pelas 21h30 no Grande Auditório do Fórum da Maia, em cena estará a companhia galega “A Panadaría” (As Que Limpan) que nos levarão até um grande hotel de tudo incluído, que pode ser numa praia das Caraíbas ou do Algarve. As atrizes, serão as camareiras que limpam centenas de quartos que os turistas utilizam, num trabalho rotineiro e esgotante, precário e mal pago. Elas, estão fartas desta situação. Uma comédia mordaz e corrosiva, às vezes caricatural outras de fina ironia, uma premiada peça.

Para terminar a jornada, às 23h00 há espetáculo com a valenciana “Cia Maria Andrés” (Fràgil), num “show clownesco” sobre a fragilidade da vida, do amor e do tempo que passa, entre a melancolia poética.

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