Segundo a agência Lusa, os Serviços Municipalizados de Eletricidade, Água e Saneamento (SMEAS) da Maia foram, no passado dia 23 de Maio, na sequência de denúncia anónima, alvo de buscas pela Polícia Judiciária (PJ), tendo sido constituídos arguidos Albertino Silva, director delegado e dois outros membros do conselho de administração.

«Na senda da normalidade e transparência que pautam, e sempre pautaram, a atuação e serviço público do SMEAS, a instituição e os seus colaboradores prestaram às autoridades judiciárias toda a cooperação que lhes foi pedida, tendo sido fornecidos todos os documentos solicitados na diligência, documentos esses comprovativos de despesas de representação e de aquisição de equipamentos informáticos de serviço», referiram, segundo a Lusa, os SMEAS da Maia em comunicado enviado à mesma.

De acordo com a agência noticiosa, os SMEAS da Maia indicam que «a administração e os visados estão tranquilos e disponíveis para prestar todos os esclarecimentos que forem necessários», mas acrescentam que o «procedimento permanece em segredo de justiça», razão pelo qual os serviços consideram «desajustado tecer quaisquer outras considerações».

Os Serviços Municipalizados da Maia terão considerado, na mesma nota, que «este tipo de escrutínios feitos pelas autoridades é normal e fundamental para o bom funcionamento da democracia. Os serviços acreditam que tudo será cabalmente esclarecido».

 

 

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