A Plataforma de Candidatura à Câmara Municipal de Matosinhos 2021, “Matosinhos Independente” (MI) realiza, no próximo dia 4 de abril, pelas 21h15, a segunda reunião operacional,  no Espaço Âmbito Cultural S.C. Senhora da Hora.

A primeira reunião, levada a cabo em novembro passado, em S. Mamede Infesta, deu a conhecer a estratégia, com o propósito de recolher assinaturas e atingir as 5 mil, o número necessário para que o Matosinhos Independente possa ser candidato às autárquicas de 2021.

Agora, reúnem pela segunda vez com o objetivo de fazer um balanço de recolha de assinaturas, iniciada no início deste ano, e ainda criar um espaço de sugestões, opiniões e debate de ideias.

Joaquim Jorge, fundador do movimento, acredita que «conseguiremos o almejado objectivo de pôr de pé esta iniciativa», referiu, ao acrescenmtar que «apercebemo-nos que os jovens aderem mais facilmente, isso, deve-se a estarem mais abertos à mudança. O futuro é dos jovens e procurar cativar quem se abstém, no concelho de Matosinhos, a abstenção nas diversas eleições anda à volta de 50%.

Achamos que é natural um concelho dominado pelo PS há mais de 44 anos, os mais idosos mostrarem alguma relutância e já não acreditarem em nada. Mas temos que mudar essa mentalidade e dar-lhes alguma esperança e fazer-lhes ver que vale a pena.

É importante os matosinhenses saberem que assinar uma propositura é permitir que o Matosinhos Independente possa concorrer às autárquicas em 2021, que é diferente de o apoiar. Isso, com tempo temos que o merecer».

A reunião, será presidida por Joaquim Jorge, que aproveitará esta reunião para incorporar novos subscritores, escutar críticas, elogios, opiniões, ideias e dar alguns esclarecimentos, e ainda contará ainda com a presença do arquiteto Joaquim Massena,  um expert em urbanismo e PDM – Plano Diretor Municipal.

«Não temos uma estratégia de rígida ortodoxia partidária, as habituais fixações partidárias impedem o descobrimento de novos meios e ideias. Vamos procurar estabelecer relações de respeito com todos que o queiram. A política não pode ser sempre um caminho decepcionante», diz Joaquim Jorge, reforçando a ideia de que «a culpa é sempre dos outros, a resposta sensata, consiste em reflectir um pouco e valorar até que ponto os nossos problemas foram criados por nós próprios.

Analisar os últimos acontecimentos em Matosinhos, as instituições públicas devem estar ao serviço das pessoas e não aos interesses e objectivos particulares e partidários.

A mobilidade é um problema gritante e que se eterniza. O ambiente está na ordem do dia, assim como, a aplicação de dinheiro da CM Matosinhos em instituições».

Relembra-se que a apresentação pública, realizada no passado mês de outubro, contou com a presença de uma centena de pessoas.

 

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