O Matosinhos Independente (MI) comemora amanhã, dia 30 de novembro, o seu 1º aniversário num evento que contará com a presença e participação de Luís Osório numa conferência sobre “Imprensa – Liberadde de Expressão”, que terá lugar no Sea Porto Hotel Matosinhos, pelas 17 horas.

Luís Osório foi director de vários jornais e de uma rádio. Atualmente é consultor e escritor e estará à conversa com Joaquim Jorge, biólogo e fundador do Matosinhos Independente sobre A imprensa e a Liberdade de Expressão.

A Plataforma de Candidatura à CM Matosinhos 2021 fez um ano que foi apresentada em Outubro 2018, em virtude da realização das eleições legislativas passou para Novembro.

Joaquim Jorge aponta as dificuldades de implementar «uma candidatura autárquica independente genuína da sociedade civil» e «toda a enorme logística: são precisas 15.000 assinaturas num universo à volta de 152.000 eleitores de Matosinhos. Para se formar um partido são precisas 7.500 assinaturas num universo à volta de 10.800.000 de eleitores portugueses, é muito mais fácil. É preciso “voluntários cívicos” que nos ajudem na angariação das assinaturas».

Para Joaquim Jorge, «Matosinhos já tem informação que chegue. Matosinhos precisa é que essa informação seja isenta, plural e diversa, para os matosinhenses terem a capacidade de discernir, de perceber a diferença entre o que é importante e o que é irrelevante e, acima de tudo, de combinar os vários pedaços de informação para obter um retrato completo de Matosinhos. Matosinhos precisa que se pague menos impostos, em vez, de tantas festas e eventos para encher os olhos. É preciso perguntar aos matosinhenses o que pretendem para Matosinhos, utilizando o Referendo Local. https://www.matosinhosindependente.pt/introducao/referendo.html . Se querem continuar a pagar muitos impostos e se esbanje dinheiro em diversões e actividades não rentáveis? Ou se querem pagar menos impostos e haja menos actividades? Se perguntarem aos matosinhenses se querem a baixa de IMI e baixa do preço da água? Com certeza que preferem pagar menos impostos. A democracia baseia-se no princípio de Abraham Lincoln de que “é possível enganar toda a gente em alguns momentos, ou enganar algumas pessoas a todo o momento, mas não é possível enganar toda a gente a todo o momento”. Alguma imprensa é manipulada e outra convertida em instrumento de propaganda da CM Matosinhos, o que mina a lógica de Abraham Lincoln por que impede os cidadãos de se aperceberem da verdade. Sendo assim, há apenas espaço mental e mediático para dois tipos de figuras: quem já “lá está” e quem sempre “andou por aí”. Contudo temos que cortar com este paradigma, pois, nós chegamos “agora”. Os matosinhenses votam PS porque é mais cómodo e há uma espécie de lealdade em função de favores feitos ao longo destes anos (nas próximas eleições autárquicas em 2021, farão 45 anos de poder). Contudo em Matosinhos nunca houve uma verdadeira alternativa para os matosinhenses poderem optar. Queremos contribuir com um grãozinho de areia para melhorar Matosinhos, com uma nova maneira de fazer política, que afronte interesses e poderes estabelecidos. Esperamos ter cobertura dos jornais, rádios e televisões para divulgar o nosso movimento emergente, com as nossas ideias e o nosso projecto. CM Matosinhos está transformada numa comissão de festas e comité eleitoral, em que os subsídios fomentam o clientelismo eleitoral. É preciso rentabilizar e tornar eficiente o dinheiro dos impostos dos matosinhenses. O PS não é o dono de Matosinhos, é preciso acabar com a sua presunção e sobranceria que usa e abusa em Matosinhos. O MI quer ser um pólo de atracção e aglutinador de cidadãos independentes que pensam de forma distinta, que pode incluir partidos políticos, que têm vontade de transformar e melhorar Matosinhos», faz referência o fundador do MI.

Esta Plataforma de Candidatura à CM Matosinhos 2021 já recebeu várias personalidades, entre as quais, Fernando dos Santos Neves, Joaquim Massena, Paulo Morais e Sofia Vala Rocha.

Este 1º aniversário terá uma conferência com Luís Osório, seguido de um tempo para a candidatura sem a presença de Luís Osório, em que Joaquim Jorge fará um balanço deste 2º mandato. O evento terminará com um jantar de confraternização.

 

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