“Maia, com o sol no coração” dá nome ao projeto de Prevenção Solar, inserido no Programa Municipal de Saúde Escolar 2018/19 que a autarquia, em parceria com a Liga Portuguesa Contra o Cancro – Núcleo Regional do Norte (LPCC), disponibiliza às escolas do concelho da Maia.

O objetivo passa por «motivar os alunos para a adoção de atitudes positivas, responsáveis e de compromisso perante a saúde, solidariedade e cidadania».

Assim, a sensibilização para a prevenção do cancro da pele junto das crianças e suas famílias é «um objetivo considerado prioritário ao nível da intervenção na área da Saúde Escolar».

Este projeto tem três objetivos principais, entre os quais aumentar o conhecimento relativamente ao sol e aos seus efeitos sobre a pele; alertar para os fatores de risco de uma sobre-exposição solar; e incentivar a prática de comportamentos protetores.

Com este projeto, a autarquia pretende ensinar aos alunos o uso do Sol como um benefício para o corpo, mas de forma segura.

No presente ano letivo, 404 alunos do pré-escolar contaram com duas sessões de sensibilização sobre a temática, levadas a cabo por uma técnica da entidade parceira nas suas salas de aula.

Na manhã do passado dia 26 de março, os alunos do Infantário de Milheirós da Santa Casa da Misericórdia da Maia desfilaram os chapéus da sua autoria num evento que marcou lugar na Escola Dramática e Musical de Milheirós Maia.

A iniciativa, que reuniu cerca de 75 crianças, contou com a presença da madrinha do projeto, a estilista de moda Katty Xiomara, que, ao lado de Cristiana Fonseca, coordenadora da LPCC; Emília Santos, vereadora da Educação e Saúde da CM Maia; Maria José Castro Neves, presidente da Junta de Freguesia de Milheirós, teve a difícil tarefa de distinguir os chapéus mais originais.

Presentes estiveram ainda, entre outras individualidades, Maria de Lurdes Rebelo Maia, provedora da Santa Casa da Misericórdia da Maia, e António Silva, presidente da Escola Dramática e Musical de Milheirós Maia.

Para Emília Santos, «as escolinhas, sejam elas da rede pública ou solidária, são autênticas oficinas do futuro».

Em conversa com o MaiaHoje, a vereadora referiu que «todo o nosso trabalho passa pela vertente preventiva. A incidência de cancro de pele é extremamente elevada. Esta é uma preocupação nossa, em Portugal e na Europa, mas ainda há um longo caminho a percorrer. No entanto, se este trabalho for feito junto das crianças, acaba por ter um efeito replicador porque conseguimos chegar também às famílias», disse.

 

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