O 1º Festival Headshot realizou-se com uma vertente solidária muito forte e empenho da comunidade, mas vai haver mais, garante a organização. 

O fim de semana dos passados dias 8, 9 e 10 de junho, apesar do mau tempo com o qual ninguém contava, foi pleno de actividades. Uma, por ser a primeira iniciativa do género, pela variedade temática e pela originalidade, destacou-se e despertou a curiosidade dos maiatos, onde as colectividades tiveram palco para mostrar o que vão desenvolvendo ao longo do ano, falamos do “Festival Headshot”.

O termo inglês “headshot”, literalmente traduzido por “tiro na cabeça”, remete-nos para alguma violência, muito mais estando associado a uma escola de tiro, no entanto, os mais atentos (e principalmente os mais novos habituados aos jogos de vídeo), saberão que a tradução é mais alargada (e justa) e significará algo como “Tiro certeiro”.

A associação “Headshot”, uniu à partida os mais entusiastas do conhecido jogo de tiro “Paintball” (bolas de tinta), começando por criar um circuito destinado à prática da modalidade. No entanto, a ideia do seu criador, Pedro Guimarães, passou sempre por alargar a outras iniciativas que lhe eram caras e faziam sentido, como a protecção animal, o que contrasta com a alegada violência imaginária do primeiro impacto, tanto do nome, como da associação. Certo é que a associação já é reconhecida pelos seus atributos sociais e de entretenimento, como por exemplo, pelo Turismo de Portugal.

O MaiaHoje foi parceiro da iniciativa, que por ser feita com o coração, não envolvendo “cachés” e envolto num clima de amizade e solidarieadade, teve mais “sangue”, suor e lágrimas do que custos.

Pedro Guimarães, num balanço para o MaiaHoje, ainda não refeito do êxito «que faz com que tudo tenha valido a pena», tentou não esquecer tudo e todos, até ficar sem fôlego, num balanço «muito positivo» e que garante será «para repetir». «Agora com a “casa arrumada”, posso dizer que a Família Headshot provou, mais uma vez, que é gigante e a cada dia que passa está maior e mais unida. Embora o São Pedro não tenha sido amigo, ficamos impressionados com a dedicação das instituições e empresas que tiveram presentes e nos deram ânimo para superar todo o cansaço.

Gostaria de agradecer a todos, sem querer esquecer ninguém, ao Headshot Paintball, ao Pet Club, ao Agility, e à Crep`arte, pelo feedback recebido, conseguimos montar um festival fantástico, com uma produção brutal, para isso temos de agradecer o excelente trabalho, nomeadamente do Ugo – Som e Luz e dos palcos Coutinho. Uma menção muito especial ao nosso amigo Vítor Gabriel da Makprofile por toda a ajuda.

À Juvemaia, que nem sequer necessita de apresentações e toda a gente sabe do excelente trabalho que eles fazem e nós sabíamos que poderíamos contar com a sua presença e alegria…Cristina, não me esquecerei da promessa da caipirinha.;

Ao Yoga Braga dos nossos amigos Paulo e Rita, que vieram transmitir boas vibrações e trouxeram-nos comidinha saudável e uma demonstração de Yoga;

Ao Moto Clube Castêlo da Maia que prontamente nos disseram que sim e abdicaram de tempo na concentração Motard, para estarem presentes no nosso Festival, o nosso muito obrigado.

À Ana Costa, da Imobiliária Chave Nova, pelo espírito e empenho que teve durante todo o Festival, merece toda a sorte do mundo;

Ao Hugo Moreira, muito obrigado pela presença, ideias e ajuda; obrigado ao Pikapedra por embelezar o espaço com o seu trabalho.

À Sofia Miranda, Jorge Martins, Isabel Ferreira e o resto da grupeta por toda a ajuda antes, durante e após o Festival, por toda a disponibilidade, vontade, garra e profissionalismo que colocam em tudo o que fazem;
À BijouxMas, Arte Rita, Guia do Estudo e Lancaster College Maia. Mesmo sem tempo nem disponibilidade, apareceram e cumpriram com o prometido;

Ao Turismo da Maia, à Sandra Campos e ao André Miranda pelo esforço.

Falando um pouco sobre as instituições presentes, a “Cercigaia” é uma das parcerias mais antigas que temos, da qual nos orgulhamos muito e mais uma vez foram fantásticos;

A “Smile Access” e a sua criadora, Andreia Matos, que desenvolve um trabalho brutal e merece o apoio de todos;

Os sempre incansáveis avós do Samuel que nos foram apresentados pela Marta Mesquita e mesmo quando não estão presentes, estão no nosso pensamento, pois fazem um sacrifício enorme e nunca viram a cara à luta;

À Cãoviver que, inclusive, nos acompanhou à RTP1, que faz um trabalho fantástico com os nossos amigos de 4 patas;
À Asaastirso que desenvolve, em Sto. Tirso um grande trabalho em prol dos animais abandonados;

Agradecemos também a ajuda e o apoio do Sr. Eugénio Teixeira e do Sr. Adriano Correia, em representação da Junta de Freguesia do Castêlo da Maia;

Um abraço especial ao Juan Couto por toda a paciência, profissionalismo, ajuda e conselhos que nos deu e tenta dar, em representação da Câmara Municipal da Maia; ao Hernâni Ribeiro, o nosso muito obrigado pela presença, mais uma vez, no nosso espaço e pelas palavras de apoio e incentivo que nos tem transmitido;

Ao Sr. Miguel do Santos, a sua reacção ao ver o nosso Festival montado, foi um motivo de grande orgulho, muito obrigado pelo incentivo e por acreditar no nosso projecto. Temos também a agradecer o facto de ter feito parte do Júri de talentos, embora tenha logo avisado que não tinha muito tempo, acabou por se envolver e ficar até ao fim do mesmo.

Em relação ao espetáculo em si, nada melhor do que começar com a Malad`arte, um grupo fantástico, que proporcionou um brilhante espectáculo a todos os presentes e em especial às instituições que se deslocaram ao nosso espaço. A Malad`arte é um exemplo de união, companheirismo e altruísmo, que deveria ser seguido por muitos. Obrigado maltinha;
Tivemos a demonstração de Afrodance que nos foi trazida pela Escola Musical de Águas Santas, o nosso muito obrigado aos amigos Ana e marido e espero que seja um até já.

Para terminar o 1º dia da melhor maneira, tivemos os Grove Addiction, um fantástico projecto do Álvaro da Fonseca, que viciou o público presente, aconselhamos vivamente a acompanhar este projecto que, certamente, estará brevemente nos Top`s nacionais. Muito obrigado por toda a simpatia e pela vossa boa música.

No 2º dia do festival tivemos a presença do Rancho Típico S. Pedro e o nosso obrigado ao Sr. Maurício por tornar isso possível. Para mim, a surpresa do dia foram os “Aroma de la Calle” by Jorge Fernandes, embora o Jorge Costa já me tivesse avisado que iria ser muito bom, nunca pensei que fosse tão fantástico !!! muito obrigado pela vossa prestação e pela amizade que certamente irá perdurar;

Seguiu-se o grande Jorge Amado, um artista e uma pessoa fantástica que fez o público presente vibrar, dançar, cantar, bater palmas, etc. foi um dos momentos altos do nosso festival e agradecemos toda a disponibilidade e simpatia para com a nossa associação;

Passamos para o Rock dos “Lux Yuri”, uma banda de originais, que fez o pessoal vibrar; obrigado João Oliveira pela tua personalidade e pela ajuda que nos deste;

Depois tivemos a apresentação do novo single do FAB que contou com as Fabetes um amigo do Headshot e uma pessoa fantástica que certamente irá ter muito sucesso e poderá sempre contar com o Headshot, da mesma maneira que o Headshot sabe que pode contar com ele. Foi das pessoas que mais caiu na pista de gelo;
A seguir, para encher os corações, a apresentação do Hino da Coração na Rua, para nós, foi um dos momentos mais emotivos do Festival, pareciam profissionais. Parabéns Cristina Silva e amigos e por favor, continuem o vosso trabalho;
Depois contamos com o talentoso Fábio Gouveia, uma voz fantástica e um amigo da casa. Brincou, cantou, tocou e maravilhou o nosso Festival, obrigado por tudo, Fábio.

Para terminar a noite, sem necessitarem da mínima apresentação, os Per7ume, o Tozé estava a jogar «em casa» pois faz parte da família Headshot, mas nunca param de me surpreender a cada concerto. Grandes músicos e amigos que temos o prazer de conhecer e de acompanhar sempre que podemos. Não vou comentar o resto, porque só daqui a meio ano é que acredito.

Uma palavra especial para as finalistas do concurso Sing: Vocês foram fantásticas…!!! A chuva estragou todos os planos para o Domingo de manhã e o planeado foi cancelado;

Durante a tarde tivemos a actuação da Escola Musical de Águas Santas com o fantástico espectáculo “Músicas para a Humanidade” e agradecemos novamente toda a ajuda que nos deram;

Depois tivemos a demonstração de Suporte Básico de Vida, levado a cabo pela Cruz Vermelha Portuguesa, delegação da Maia, que foram fantásticos e nos fizeram tomar consciência da importância deste Curso, aproveito também para agradecer a presença permanente no nosso Festival e enaltecer os voluntários que foram fantásticos… Um bem-haja a todos vocês;

Depois tivemos a CMúsica de Perafita, do professor e amigo Rui Fernandes, que vieram fazer um grande concerto e mostraram que, o ensino musical, em Portugal, funciona muito bem;

Terminamos o Festival com humor, o humorista Miguel Ribeiro «sacou» umas belas gargalhadas ao pessoal presente. Obrigado Miguel pela tua presença e por nos fazer esquecer do cansaço.

Um grande abraço ao Pedro Salvani que tratou da Benção ao Headshot com a presença do Sr. Padre.

Não podemos deixar de agradecer aos nossos patrocinadores, sem vocês seria impossível. Sotinco, Grupo Celeste, OBP, Auto Conceito, Ana Costa, Junta Freguesia, CMMaia, Guia do estudo, Biogerm, Newcar, Dona Costura, Lavandaria, Bike Espinhosa, Husse, Informática NG, More Stronger, Grelhados, Minifigures Planet, BijouMas, Inovacasa, Crep`arte, Lancaster e muitos outros.

Agradecer também à Comunicação Social, à RTP, ao Porto Canal pela divulgação do nosso Festival e um agradecimento muito especial ao jornal MaiaHoje, que fez um excelente trabalho na cobertura do evento e que nos tem apoiado e dado uma dose extra de motivação todas as semanas. Obrigado Jorge Costa pelas fotos, pelos abraços e pela força.

Queremos também agradecer ao Custódio, representante da Heineken por toda a estrutura que nos montou e que permitiu que realizássemos o evento.

Contamos com vocês todos para o próximo. Venha ele!!! A preparar o Headshot One.2!».

E foi desta maneira vibrante e contagiante, quase sem folego, difícil de retratar em jornal, mas que pelo sentimento transmitido de alegria e dever cumprido, apenas podia ser desta forma.

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