NOTÍCIA ATUALIZADA ÀS 14H30

Hoje por volta das 11 horas e cinco minutos, colapsou o telhado de uma das unidades da Porto Editora, situada na Maia.
Ao que o Jornal da Maia, os primeiros jornalistas no local, apurou, tratar-se-á da nave principal do núcleo gráfico que, alegadamente, devido aos fortes ventos provocados pela tempestade “Gisele”, ruiu, ferindo ligeiramente três trabalhadores na casa dos 40 anos, que após serem assistidos no local, foram transportados para o Hospital de S.João. A sua queda terá sido amparado por um equipamento de impressão de grandes dimensões, o que evitou a tragédia. Para já, ainda nada se sabe, mas garante Joaquim Moreira, comandante dos Bombeiros Voluntários de Vila do Conde, que «não é preocupante». No local, esteve o INEM para prestar apoio psicológico aos restantes trabalhadores que, no entanto, referiu o comandante, «não quiseram ser auxiliados».
De lembrar que na unidade da Maia laboram cerca de 190 trabalhadores, que, por precaução, foram de imediato evacuados. Segundo Paulo Gonçalves, diretor de comunicação da Porto Editora, esta situação está prevista nos simulacros efectuados trimestralmente, sendo que a laboração deverá voltar à normalidade logo que estejam reunidas condições de segurança. Paulo Gonçalves referiu ainda que estes estragos representarão custos avultados para a empresa, não só pelos estragos materiais, mas também pelos dias de não laboração até à reparação do telhado, até porque a Porto Editora estava «a trabalhar em pleno».
No local está um forte dispositivo de prevenção, com as corporações dos Bombeiros da Maia e de Vila do Conde, PSP, Protecção Civil e INEM que tem no local além de ambulâncias, uma equipa de psicólogos.

 

 

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