Na próxima quinta-feira, dia 28 de novembro, pelas 21h30, o Grande Auditório do Fórum da Maia recebe o Recital de Piano de Rodrigo Teixeira.

Rodrigo Teixeira nasceu na Maia a 2 de dezembro de 2003, iniciou os seus estudos musicais aos 8 anos de idade, na Academia de Música da Maia, na classe de piano dos professores
Oleg Ter Martisosov e Marian Pivka, Formação Musical e Composição com o professor Rúben Andrade.
Desde 2016 é aluno da professora Jill Lawsson no Colégio Moderno em Lisboa e desde Setembro desse ano que frequenta a classe de piano da professora Teresa Xavier no Conservatório de Música do Porto. Particularmente tem aulas com Levente Kenda em Antuérpia. Frequentou master classes com: Caio Pagano, Dalia Ouziel, Miguel Borges
Coelho, Fausto Neves e Naum Grubert em Itália, sendo convidado por este a participar como interprete no Festival de Portogruaro.
Como solista, tocou em algumas importantes salas do país, como por exemplo Palácio da Bolsa e Teatro Nacional S. Carlos.
Na Academia de Música da Maia exerce a função de pianista acompanhador das várias classes de instrumento. É pianista acompanhador do Estúdio de Ópera da Maia.

No seu currículo reúne os seguintes prémios:
2017
1º Prémio – Categoria C no XII Concurso de Piano da Póvoa de Varzim;
1º Prémio – Categoria C no IX Prémio Nacional Elisa de Sousa Pedroso
2018
1º Prémio – Categoria B Piano e Nível Secundário de Música de Câmara no Concurso Interno do Conservatório de Música do Porto;
1º Prémio – Categoria C no I Concurso Ibérico Adelina Caravana;
1º Prémio – Categoria B no X Prémio Elisa de Sousa Pedroso.
2019
1º Prémio – Categoria D no XIV Concurso de Piano da Póvoa de Varzim;
1º Prémio – Categoria C no Concurso Nacional de Gaia
1º Prémio – Categoria C no 15o Concurso de Piano do Alto Minho
1º Prémio – Categoria D no VIII Concurso de Piano de Vila Verde
1º Prémio – Categoria A (Nível Superior) no XI Prémio Elisa de Sousa Pedroso, e prémio de melhor interprete de todo o concurso.

O Recital
O repertório proposto aborda a música desde o final do Barroco, de 1722, até ao nacionalismo de Viena da Mota, já no início do século XX, em 1905. De Bach, o coroar da técnica contrapontística e da retórica musical, salienta-se na Fuga, o recurso à Aposiopesis, o silêncio não esperado no fluir do tema. Na transição para o romantismo, a sonata de Beetoven n o 21, op. 53 é apelidada por sonata “L’Aurore” devido a seus significados estéticos de luz e serenidade. A sonata foi composta em 1804 e é também conhecida como Waldstein ( dedicada ao seu patrono Ferdinand von Waldstein). Em três andamentos apresenta vários desafios técnicos aos pianistas da sua geração, desde efeitos sonoros à própria extensão do instrumento. De Franz Liszt, as variações sobre o tema da Cantata BWV 12 “Weinen, Klagen, Sorgen, Zagen”, em que J. S. Bach que aborda os momentos difíceis na caminhada cristã. Através de técnicas extraídas das práticas contrapontística, F. Lizst elabora uma narrativa sólida, implicitamente ligada ao tema da cantata, que revela a admiração que Liszt tinha pelo mestre. De Viena da Mota, a Balada op, 16, onde a canção portuguesa surge como elemento inspirador e cria cenários nacionais e pitorescos.

PROGRAMA
Parte I
• J.S.Bach – Prelúdio e Fuga em Lá menor BWV 865 (Livro 1)
• L. Van Beethoven – Sonata no.21 em Dó Maior, op.53 “Waldstein”: – Allegro con brio
– Introduzione (Adagio Molto)
– Rondo (Allegretto – Prestissimo)

Intervalo

Parte II
• J. Vianna da Motta – Ballada op.16
• F.Liszt – Variações sobre um Tema de Bach “Weinen, Klagen, Sorgen, Zagen”

 

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